Cantor puxou trio sem cordas no Circuito Ondina/Barra na noite desta terça-feira (10)
Léo Santana abriu oficialmente o seu Carnaval na noite desta terça-feira (10) e arrastou uma verdadeira multidão ao longo de mais de três horas de percurso pelo Circuito Ondina/Barra, no tradicional Pipoco.
Com todo o seu swing e energia característicos, o GG levou ao público os maiores sucessos de seus 20 anos de carreira e fez o chão tremer. No repertório, hits como “Dono da Porra Toda”, “Rala Rala”, “Vou Meter”, além de suas duas apostas para o Carnaval 2026: “Desliza” e “Marquinha de Fitinha”.
Durante a apresentação, Léo recebeu o cantor Diggo. Juntos, os artistas levantaram ainda mais a multidão ao som de “Hipnotiza”, canção gravada recentemente em parceria.
Referência por onde passa, o gigante segue consolidando seu protagonismo na folia e é o único artista baiano a ter duas músicas concorrendo ao título de Música do Carnaval 2026.
Ao longo dos dias de festa, Léo Santana realizará 16 apresentações, passando por Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e outros estados. Para acompanhar a agenda completa de Carnaval, acesse: @leosantana.







Fotos: Alef Fera

A concentração começa às 09h, na Av. Amazonas com Rua dos Tamóios, com o desfile das 10h às 14h. Mas não é só a música que vai chamar a atenção. O bloco preparou um time de peso para conduzir o estandarte neste ano. Está confirmada a presença ilustre de Daniela Braga, musa da tradicional Escola de Samba Cidade Jardim, trazendo a sua elegância para o asfalto. Ao lado dela, Pedro Hos assume o posto de porta-estandarte, representando a comunidade LGBTQIA+, reafirmando o compromisso do bloco com a diversidade e a inclusão no meio da folia.














As irmãs Cristina e Cristiane, que formam a dupla Cristinas, chegam à Banda Mole vivendo um momento meteórico na carreira. Apadrinhadas por ninguém menos que Lauana Prado, de quem foram backing vocals antes de se lançarem como dupla, elas trazem para a folia mineira o sucesso de hits que dominaram as plataformas.
Ícone da cultura mineira, Kayete celebra a união entre a tradição e o novo momento do carnaval. “É uma honra enorme. A Banda Mole é a abertura oficial do Carnaval de BH. Ver esse movimento de resgatar as raízes, de voltar a ser cortejo, mexe comigo. É saudosismo e história”, afirma a madrinha, que promete figurinos impactantes e uma condução pautada na alegria.


